À margem do rio

Em honra de Ágatha Félix – assassinada ainda menina pelo governador Wilson Mata-Preto

Ao longo da margem do rio, a relva verde é podada bem cedo, ainda com o orvalho da manhã, para que estejam sempre úmidos do sangue de folhas meninas, recém brotadas e já abortadas da terra mãe, os campos de batalha por onde desfilam triunfantes os senhores da guerra e seus jardineiros sangrentos, em uniformes reluzentes de medalhas feitas do coração azul da ágata, de caveiras de cabras e cabeças de crianças.

2 comentários

  1. Enquanto esse pessoal ficar lá nos guetos da pobreza, enquanto esse pessoal não invadir a zona Sul, onde estão os ricos brancos da Lagoa que apoiam estas ações dos milicianos e militares sob o comando do governador evangélico assassino e genocida, nada vai mudar.
    É preciso invadir a zona Sul.

    BALAS PERDIDAS TAMBÉM NA ZONA SUL.
    SÓ NA PEDRADA.

    gustavohorta.wordpress.com

  2. Republicou isso em Gustavo Hortae comentado:
    Enquanto esse pessoal ficar lá nos guetos da pobreza, enquanto esse pessoal não invadir a zona Sul, onde estão os ricos brancos da Lagoa que apoiam estas ações dos milicianos e militares sob o comando do governador evangélico assassino e genocida, nada vai mudar.
    É preciso invadir a zona Sul.

    BALAS PERDIDAS TAMBÉM NA ZONA SUL.
    SÓ NA PEDRADA.

    gustavohorta.wordpress.com

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