Entre pai e filho

elefante

Hoje, não preciso mais falar do meu pai.

Já não faz sentido.

Resta carregá-lo no meu peito todo sentido.

Presente e recôndito.

Tampouco, falar do meu filho tem sentido.

Basta guardar nos meus olhos um menino refletido.

Mas há que ver o pai que há no meu filho convertido

e, entre esses dois homens repartido,

buscar para mim ainda algum sentido.

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